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terça-feira, 7 de julho de 2026

ESTUDANTE DE CAMPINA DO MONTE ALEGRE OBTÉM SUA 10ª MEDALHA EM MENOS DE DOIS ANOS.

São 4 medalhas de prata e 6 de bronze desde 8 de julho 2024 quando obteve sua 1ª premiação na IAAC. Isso significa uma média de 1 medalha a cada 72 dias.

Em 1 de julho de 2026, com a medalha de prata na Olimpíada Nacional de Astronomia Digital (ONAD) conseguiu premiação pelo segundo ano consecutivo em olimpíadas nacionais da área, algo inédito para a região.

Além de ser entusiasta na área, já foi aprovado em cinco ocasiões em vestibulares de universidades públicas (2x UFSCar, 2x Instituto Federal, 1x Fatec) e é formado sem dependências em administração pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 2019.

Além da área acadêmica, tem vários livros publicados, compõe músicas com frequência e é engajado nas redes sociais.

CABO VERDE E PARAGUAI MELHORES QUE O BRASIL 😯


Enquanto o brasileiro coloca a culpa nos atacantes da seleção, algo passou "despercebido": o desempenho defensivo da seleção brasileira em copas do mundo.

Enquanto Cabo Verde ficou invicto no tempo normal e Paraguai foi vazado duas vezes (excetuando a goleada dos Estados Unidos), a seleção brasileira tomou quatro gols em cinco jogos.

E não eram jogos contra campeãs do mundo como os empates de Cabo Verde 0x0 Espanha, Cabo Verde 2x2 Uruguai ou Paraguai 1x1 Alemanha. Eram jogos contra seleções como Marrocos, Noruega e Japão com pouco histórico de bons desempenhos em copas do mundo, sendo Marrocos a seleção que foi mais longe em copas do mundo.

Esta marca da seleção brasileira, com 0,8 gols tomados por partida é preocupante, principalmente quando vemos seleções com pouca tradição como a estreante da copa do mundo levando apenas 0,75 gols por jogo e a seleção paraguaia levando apenas 0,5 gols por partida.


Um mau planejamento, combinado pela rotatividade do elenco e dos treinadores fizeram com que a seleção ficasse descredibilizada, mesmo com a presença de bons jogadores, que espalhados e sem uma tática definida corriam atrás da bola sem trocas de passes efetivas e dispersos no planejamento tático inexistente.

Com dificuldade em manter uma estrutura coesa, o Ancelotti apostou no retorno do Neymar, um veterano aposentado que não fez mais que caminhar em campo. Além disso, a "hierarquia" e a panelinha dos jogadores fez a torcida perder a fé nas possibilidades de título, alguna que já começaram acreditando que a seleção brasileira não iria longe, fato que foi confirmado.


A seleção se baseou em nomes de peso, em camisa e um veteranos que mais fica no departamento médico que em campo e o futebol não perdoa a soberba.
Enquanto a CBF não entender que a camisa não joga, tornará igual as falecidas seleções italianas, uruguaias e inglesas. E o sonho do hexa continuará somente um sonho. 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

COMO SERIA SE HOUVESSE UMA COPA INTERPLANETÁRIA NO NOSSO SISTEMA SOLAR? PLANETAS QUE REPRESENTARIAM SUAS SELEÇÕES, LUAS E CURIOSIDADES.

O planeta Júpiter tem mais peso que todas as seleções planetárias do nosso sistema solar inteiro. No entanto, na convocação vão os times mais fortes: Ganimedes, Europa, Io e Calisto, que terão representantes. É o Brasil das seleções planetárias. 

Saturno tem um time incrivelmente leve, mas com bons jogadores de todos os times com estádios próprios (satelites para treinar). Como boa parte dos satélites foram ex-colônias (asteroides capturados no cinturão principal) muitos dos seus jogadores foram outras seleções. No entanto, boa parte foi compartilhado por Júpiter. Saturno é a Alemanha das seleções. Saturno terá o satélite Titan como equipe base (análogo ao Bayer de Munich).

Urano e Netuno são como a França e a Itália: grandes em peso, mas a Itália decaiu seu futebol sendo que Urano deita de lado igual a Torre de Pisa assim como a queda da seleção Italiana faz jus à sua decadência. No entanto, pode surgir numa copa futura mais forte. 

A Terra tem uma base sólida e o encanto dos primeiros ganhadores do futebol. Mas as bombas podem acabar com a civilização e a terra perder seu prestígio, mesmo tendo um bom satélite (Lua, sendo representada pela equipe do Peñarol). Faz tempo que perdeu relevância como seleção, assim como a seleção uruguaia.

Já Marte tem duas equipes: Fobos e Deimos, mas são times com pouco espaço para jogar (tem apenas algumas dezenas de quilômetros de extensão). 

Vênus e Mercúrio não tem campos (luas para jogar), vão emprestar o satélite terrestre: eles são o Flamengo das seleções planetárias. Vênus é semelhante à Argentina (só ganha roubado) e Mercúrio é a seleção inglesa desta copa interplanetária. 

 Já Plutão não vai ser elegível para a copa do sistema solar, já que foi rebaixado assim como o Santos é pequeno, Plutão também é pequeno e pouco massivo, por isto ambos foram rebaixados a time/planeta anão. 

Plutão poderá ser representado na copa dos planetas anões (análogo à CONIFA), que contará com Sedna, Makemake, Ceres, Eris e outros planetas anões e asteroides tanto do cinturão de Kuiper, quanto do cinturão de asteroides. 

Esta copa terá duas sedes (uma em cada cinturão) e o árbitro do cinturão de Kuiper é o Cometa Halland.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

BALANÇO DOS PRIMEIROS 3 MESES DE 2026

O ano de 2025 terminou de forma melancólica, tanto na parte de torcedor como na parte pessoal. No entanto, foi o ano o qual mais tive medalhas em olimpíadas científicas (3x bronze em olimpíadas do Instituto Polymathos, 1x prata na ONAD, 1x bronze na ONA e na Oastra), somando seis medalhas. Também terminai de escrever um romance e escrevi um livro de haicais. 

Já em 2026, o ano começou exatamente como terminou: algumas oportunidades não se abriram e o futuro segue instável. 
Tive menos medalhas neste ano, apenas uma medalha de prata em história e uma de bronze na ONIA. Também tive eliminações nas semifinais da IYMC e na ILC, o que me deixou frustrado por certo tempo. Já na IAAC (a qual fui eliminado já na etapa de qualificação em 2025, após a prata inédita) voltei a participar das semifinais e estou estuando em um ritmo mais intenso para tentar buscar um ouro inédito na cidade, e meu primeiro ouro em olimpíadas científicas. 

Também participei de equipes de corrida e de música e na corrida tenho evoluido nas minhas performances e na semana seguinte vou fazer meu primeiro percuros oficial de 5 km, os quais serão uma das formas que eu me encontro de melhorar tnto a minha saúde física quanto minha saúde psíquica. Venho trabalhando também nos romances e provavelmente até julho eu tenha o primeiro romance totalmente revisado. Será um dos meus triunfos ter um romance cultural campinomontealegrense como uma forma de conectar com a cidade e contar histórias como as pessoas antigas contavam, mas com uma roupagem nova e temas mais modernos. 
Diminui um pouco o meu ritmo das leituras, talvez por eu estar lendo um calhamaço de obras completas de cerca de mil páginas e se tratar de livro de poemas. 
Quanto ao time do coração, o Palmeiras, ele venceu o Paulistão, mudou o Naming Rights para "Nubank Arena" e vem sendo líder do brasileirão e segundo de seu grupo na classificação na copa Libertadores. 

E este é o balanço destes primeiros meses de 2026: um ano de alguns bons lampejos, mas de um humor e acontecimentos periclitantes. nada diferente do esperado de um ano que terá motores mentais como eleições presidenciais e copa do mundo. 

domingo, 23 de novembro de 2025

PALAVRAS QUE SÃO UTILIZADAS PELA GERAÇÃO Z QUE NÃO FAZEM SENTIDO

 Algumas palavras também são utilizadas em contextos que dificultam a comunicação e outras distorcem o significado de uma palavra ou ainda são ferramentas para picaretagem linguística


1- Farmar aura: uma das palavras mais citadas pelos jovens, mas não faz sentido algum, pois nenhum dos termos são termos da língua portuguesa, sequer o termo "farmar", que é uma aportuguesação do termo "farm" que é cultivar. No português existem palavras mais adequadas como cultivar e exercer/criar influência sobre alguém. 

2- Outra palavra muito utilizada pelas pessoas da geração Z (e que, infelizmente, contaminou outras gerações) é o termo "coach". Em português é o mesmo que técnico ou treinador/preparador. Geralmente quem se diz "coach" geralmente é um picareta que transforma o nome numa alavanca financeira para dar golpe vendendo supostas fórmulas prontas de enriquecimento. 

3- Pronomes neutros, como "elu", "delu" e "todes". São termos muito utilizados pela geração Z e que parecem um vocabulário mais inclusivo, mas que, num contexto em que as pessoas mal conseguem conjugar verbos no infinitivo, a obrigação do uso destes termos torna a dificuldade linguística ainda mais evidente. Além disso, boa parte das línguas que utilizam o pronome "neutro", como no caso do alemão e do inglês (Das e It, respectivamente) utiliza o pronome não como o de uma pessoa, mas no sentido de "coisa". Fora toda esta polêmica, o uso da linguagem neutra sem qualquer outra estratégia eficaz de inclusão torna a adoção desta exclusivamente de cunho demagógico. 

4- Personal Trainer: quem nunca viu uma notícia onde uma loira trai o marido com um "personal trainer". Entretanto a profissão mais odiada pelos jogadores de futebol também é uma traição linguística, já que o termo em português (treinador ou preparador pessoal) teria menos "glamour" (outro termo estrangeiro) para ser uma ocupação de talaricos. 

5- Termos alfa, beta, sigma, entre outros, quando fala em sexualidade. Tem gente que mal aprenderam o português e que, usando os termos do alfabeto da Grécia, estão LITERALMENTE falando grego. 

terça-feira, 16 de setembro de 2025

ESTUDANTE DE CAMPINA DO MONTE ALEGRE (E IFSP CAMPUS ITAPETININGA) OBTÉM A 5ª MEDALHA EM 15 MESES

ESTUDANTE TEVE MEDALHAS DE PRATA E BRONZE EM OLIMPÍADAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS EM VÁRIAS ÁREAS, ALÉM DE DUAS MENÇÕES HONROSAS 

Guilherme Felipe Agapto (30), residente em um pequeno município do interior de São Paulo, conquistou a medalha de bronze na Olimpíada Nacional de Astronomia, tendo em 60% de aproveitamento na prova. Estudante do Instituto Federal de São Paulo- Campus Itapetininga, o estudante também obteve 5 aprovações em universidades públicas, além de estar classificado para a 2ª fase da Olimpíada Nacional de Astronomia Digital, pelo acerto de 100% das questões da primeira fase da prova (que contava com 20 questões). 
O estudante já obteve algumas classificações em olimpíadas científicas, como a participação nas Olimpíadas de Matemática e Física (OBMEP e OBF), enquanto estudava no ensino fundamental e no ensino médio. Porém, voltou a se dedicar para outras competições científicas após a pandemia (que obrigou boa parte dos estudantes a ter aulas no modo ENPE). 
Em 2024, estudou para a IAAC (International Astronomy and Astrophysics Competition), obtendo em julho a medalha de prata da competição. Nesse ano, também disputou a primeira edição da ONAD (Olimpíada Nacional de Astronomia Digital), chegando à segunda fase da competição. 
Em seguida fez a ONIA (Olimpíada Nacional de Inteligência Artificial), onde chegou também à segunda fase da competição. 
Também participou de outras competições, como as competições de astronomia, astrobiologia, matemática, inteligência artificial e energias renováveis pelo Instituto Polymathos, onde obteve três medalhas de bronze e duas menções honrosas, enquanto também estudava no curso de licenciatura em matemática. 
Figurinha carimbada nas olimpíadas de astronomia, não levou muito tempo para conseguir a 5ª medalha em olimpíadas científicas, a terceira na área de astronomia e sua primeira em uma competição nacional da área. 
No dia 16 de setembro, foi revelada a pontuação da Olimpíada Nacional de Astronomia, na qual ele obteve a medalha. Três dias antes, também tinha sido aprovado para a já citada Olimpíada Nacional de Astronomia Digital. 
O estudante, que divide os estudos com concursos públicos, as atividades acadêmicas e a escrita de livros, também procura novos conhecimentos em outras áreas. Ele também compôs canções (como "A hora da verdade" e "A chama da paixão"), sendo versátil e polivalente. 

Guilherme é formado em administração pela Universidade Federal de São Carlos e  também estudou por um curto período na Fatec Itapetininga, no curso de Comércio Exterior. É palmeirense de carteirinha, além de tio coruja. 


domingo, 10 de agosto de 2025

POR QUÊ LEVARÁ TEMPO PARA OS SALÁRIOS DOS JOGADORES E JOGADORAS TORNAREM IGUAIS?

Recentemente, uma entrevista da jogadora Marta evidenciou a diferença técnica e social entre os desportos masculinos e femininos. Enquanto Marta evidenciava que seu chute era indefensável para qualquer goleiro do futebol masculino, internautas colocaram defesas de goleiros do futebol masculino em arremates ainda melhores que o da Marta, evidenciando o argumento oposto.

Marta foi alvo de ironias nas redes sociais após as declarações sobre o chute supostamente indefensável. 

Isso reacendeu discussões sobre a equivalência dos salários entre os jogadores do futebol masculino e feminino. Alguns argumentos para a disparidade entre os salários são os seguintes: 

Futebol feminino é um esporte ainda em transição, sendo em grande parte amador ou semiprofissional. 

Futebol feminino precisa ganhar espaço antes da equivalência de salários. O futebol feminino enfrenta uma forte concorrência com o futebol masculino até mesmo com outras modalidades. Porém o espaço está crescendo com o marketing e os salários estão em tendência de crescimento.

Futebol feminino é tecnicamente mediano, na maioria dos clubes. O futebol praticado por Marta &Cia é de alto nível, mas a maior parte dos clubes brasileiros ainda não tem um nível técnico profissional, com goleadas,¹ desigualdade entre os clubes com mais torcida e investimentos e os menos visados ou com menor torcida. 

O futebol masculino entre 1940 e 60 tinha salários menores, especialmente porque ainda não era difundido. Ele só pôde ter salários maiores após os anos 60, quando houve uma diversificação do público no futebol. Um exemplo disso é que inexistia campeonatos nacionais (exceto os de seleções estaduais e o de 1937) até a conquista da primeira copa do mundo do Brasil (em 1958).² 

A maioria dos jogadores profissionais do futebol masculino ganham um rendimento baixo, mesmo comparado com atletas do futebol feminino com o mesmo nível de habilidades técnicas. Na série C e inferiores, por exemplo a maioria dos jogadores ganham salários baixos, mesmo em comparação a jogadoras do futebol feminino com habilidade técnica semelhantes.³ Os jogadores destas ligas saem do Brasil para ter maiores oportunidades de salários mesmo em ligas de escalão mais baixos no futebol estrangeiro. Isso confronta o fato que os jogadores do futebol masculino em geral ganham mais que os atletas da modalidade feminina. 

A maioria das mulheres não tem o interesse em se transformar em jogadoras e a maioria dos rapazes até os anos 60 também não tinham interesses no esporte. Boa parte das mulheres não consomem futebol, especialmente o futebol feminino. 

Há esportes cujos rendimentos masculinos e femininos são equivalentes, como vôlei, basquete e até com vantagem feminina, como em ginástica rítmica. Áreas como moda, atuação e escrita tem profissionais femininas que ganham mais do que os profissionais do sexo oposto.

Caso Auckland City: clube semiamador que disputou o mundial de clubes e chegou a empatar com um time de futebol profissional sul-americano. Não recebem salários, a não ser incentivos governamentais para jogar. O salário dos jogadores equivalem a trabalhadores em empresas brasileiras de empregos com nível médio de escolaridade (cerca de R$ 2000,00).

Isso ocorre também em muitos times de futebol masculino, mesmo em ligas com alto nível de competitividade. Ex: brasileirão Série C, campeonatos estaduais como o mineiro, o goiano, ou copa verde etc... Isso também ocorre com seleções, como San Marino, na Europa, diversas seleções da Oceania, da Concacaf, da Ásia e de países com populações menores na África. 

Por último, o futebol tem um público amplamente masculino, ou seja, quem consome futebol e o pratica ainda são homens. A maior parte do engajamento em publicações de futebol são de homens, ou seja, o esporte tem mais praticantes e até mesmo torcedores do sexo masculino. 

Conclusões: o futebol feminino tem um nível mediano de salário, que deve ser aumentado, porém ainda levará um certo tempo para desenvolver características que possam torná-los equivalentes ao futebol profissional masculino de alto nível. Mesmo o futebol masculino como um todo não tem equivalência de salário entre os jogadores de mesma posição, além dos jogadores de posições distintas e clubes distintos. 

Por isso, é errônea a vinculação de um mesmo salário entre jogadores de alto nível do futebol já consolidado com o futebol feminino ainda em fase de consolidação. É necessário tempo, esforço e popularização da modalidade feminina para que esta tenha um patamar financeiro semelhante. 

Por último, comparar salários entre Neymar e Marta esconde uma desigualdade de salários tanto entre os jogadores do próprio futebol masculino quanto entre jogadoras do futebol feminino. O futebol é apenas uma parte pequena da sociedade e a equivalência de salários seria mais eficiente se considerarmos setores essenciais ao desenvolvimento humano, como ciências, tecnologias e até mesmo o trabalho braçal, onde a desigualdade de gênero é mais impactante do que o futebol. 

OBS: Nesta publicação não está inserida a opinião do autor, mas fatores que tornam desiguais os salários do futebol masculino e feminino e entre os jogadores da mesma modalidade.