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segunda-feira, 2 de abril de 2018

CAPÍTULO OITO: A GRAVIDEZ DE ANA E O IMPACTO NO RELACIONAMENTO COM RAFAEL


Veio a notícia, que para quem faz um ato de amor sem a devida proteção, ressoaria como uma frase “Como é que eu fui fazer uma besteira dessas”. Ana estava grávida. Ainda não sabia o sexo do feto, mas o exame estava dando positivo para a gravidez. Ana surpreendera-se com o resultado. Nunca saberia que tão jovem estava grávida.
Agora a responsabilidade passa para os dois. Eles têm que se casar. Daí surge a idéia: casamento em São Paulo. Rever os parentes, amigos dela, mas Rafael não concorda, porque da última vez que fora a São Paulo recebera uma surra que levou ao hospital e ao atual estado dele.
Começa a conversa entre eles:
-—Rafael, como estou grávida de você pretendo levar a São Paulo para casar. Será uma festa que reunirá toda a família. —Ana, não posso casar com você em São Paulo. Tem que ser no Rio de Janeiro. Se João pegar eu de novo, vai me matar. E se estou há um mês com você e está grávida de dois meses, tem algum engano.
-—Posso confessar uma coisa? João voltou comigo quando nós nos separamos e daí flertei com ele, daí a gravidez.
— Tola! Como fizestes isto comigo. Eu pensei que todo o teu amor era para mim, pode pegar suas coisas e ir embora. Não te quero mais.
—Eu não esperava uma atitude desta de você.
—Como eu esperaria que eu fosse enganado por alguém. Eu já disse: vai-te.
A partir daí Rafael se separou de Ana, Ana, sem dinheiro e com as roupas que trazia em seu corpo e nas malas se preparava, não para um voo, mas para ficar como um barco a deriva e pediu carona a um homem que iria levá-lo a São Paulo.
Chamava-se Carlos, morava em Campinas, próximo a São Paulo. Era solteiro, tinha 22 anos, separava se Luana, seu grande amor, e o seu carro era um carro prata. Ele deu a carona com todas as malas não porque era uma simples moça, mas por que era linda aos olhos dele e agradável.
—Pare aqui. Por favor... Para onde tu vais? Para algum outro lugar? Eu quero sair daqui!!!
— Vou levar você. Meu nome é Carlos. Moro em Campinas. Para onde quer que eu leve você?
—A São Paulo, Carlos. Voltar a minha vida. Separei-me de um relacionamento. Que não deu certo porque contei que o traí com outro homem. Fiquei grávida.
— Nossa. Ele largou você e você ficou sozinha? Eu te achei bonita e se quiser aceitas minhas redes sociais. Tem Facebook?
—Tenho. É Ana Luíza da Silva.
—O meu é Carlos Antônio. Curso direito pela Unicamp.
— Vou adicioná-lo.
E assim, papo vai, papo vem e Ana conhece mais um amor e mais uma aventura amorosa. Vão em direção a são Paulo para daí prosseguir sozinho até Campinas, onde mora e estuda. E Ana descobre seu terceiro candidato a príncipe encantado.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

CAPÍTULO1- ANA, SEUS 16 ANOS E A BUSCA DE UM AMOR PERFEITO

Uma bela moça de 16 anos sonhara com seu príncipe encantado. Não um com os olhos azuis, loiros, como era comum ver na Alemanha, Inglaterra e Países Baixos. Era um homem brasileiro que ela não sabia o nome, nem a idade e nem de onde era. Mas queria estar casada e como nos contos de fadas “felizes para sempre”.
Mas ela já se desiludira com um homem chamado de João. Conheceu-o no baile de quinze anos, Ana namorou seis meses João, mas por causa dos ciúmes excessivos do parceiro acabara por terminar o namoro.
O namoro cessou e a busca de um romance às alturas de que ela desejava não acabou. Conhecera outro rapaz de uma rede social, Whatsapp. Com o telefone celular ela queria mandar fotos dela feliz, com muita alegria e amor a vida. Divulgou fotos, vídeos, até que conhecera um rapaz via internet.
O nome dele era Rafael, tinha 18 anos, e iniciara uma conversa com Ana:
— Ana, sou do Rio de Janeiro e tenho observado a tua beleza e as tuas fotos. Você é linda e me trouxe uma emoção especial que não sei bem como é;
—Olá Rafael, tenho 16 anos e estou há seis meses sem namorado a procura de um príncipe encantado como dizem os contos de fadas. Terminei o relacionamento por causa dos ciúmes dele. Espero que você não seja tão ciumento. —Ana, mudando de assunto, que tipo de passeio você gosta? Ir a um restaurante, visitar o Cristo Redentor, curtir sol e praia ou mesmo ir ao cinema?
-— Rafael, eu gosto de ir aos cinemas à noite. Sou paulistana e desejo conhecer o Rio de Janeiro. Gosto de cinemas e como está aproximando-se o verão gosto de ir à praia.
—Ana, eu tenho de sair agora depois conversamos mais.
—Tchau Rafael!
-—Tchau Ana,

E assim termina a primeira conversa relacionando as informações entre os interesses de cada um. Não houve um planejamento no tocante a que horário eles iriam ao cinema, que horas ela iria tomar o banho de mar, qual era o endereço dela, qual o endereço dele, aonde e que horas iriam ao cinema. Estes detalhes iriam ser dados depois.