O capital é um livro que está geralmente exposto em três volumes e
que trata de um tratado bastante extenso em que Marx critica de maneira
posicionada e convincente acerca das posições liberais da economia e da
especialização do trabalho, reproduzidas por Adam Smith.
Ele vai mais profundo que Adam, tecendo ideias relevantes e suas
próprias teorias em relação aos fatos observados. Também disserta com
relação às moedas utilizadas na Europa, como Pense, shilings, libras, onças e
outras moedas.
Outro ponto forte deste livro é a explanação dos termos mais-valia
e alienação, a mais-valia servindo às elites como o excedente financeiro
subtraído do proletariado e também a abordagem de um único processo dentro da
produção inteira. Um exemplo atual é uma montadora de celulares localizada em
países asiáticos na qual os operários fazem atividades repetitivas, cansativas
e não conhecem o produto que fabricam, ou se conhecem, não tem poder aquisitivo
para adquirem os produtos que trabalham.
Outro ponto forte foi
D-M-D' onde o D significa "dinheiro", o M "equivalente
transformado em mercadoria" e o D' o "o dinheiro somado ao seu
excedente". Há menção à escravidão causada pela ânsia de poder
e à exploração de pessoas com poucos recursos, e dissertando sobre “as
vantagens da exploração e enriquecimento dos países” que Adam Smith tanto
mencionava” no livro “ a riqueza das nações” de maneira relativamente oposta
aos princípios que Smith propunha, dando a Marx uma posição de ‘oposição’.
Em suma, um livro muito rico em detalhes, mas a captura de
essências do livro, numa leitura completa deste tratado faz com que haja maior
crítica em relação a “modelos ideais” de economia.
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