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domingo, 16 de setembro de 2018

O CAPITAL- KARL MARX (RESENHA CRÍTICA)

O capital é um livro que está geralmente exposto em três volumes e que trata de um tratado bastante extenso em que Marx critica de maneira posicionada e convincente acerca das posições liberais da economia e da especialização do trabalho, reproduzidas por Adam Smith.
Ele vai mais profundo que Adam, tecendo ideias relevantes e suas próprias teorias em relação aos fatos observados.  Também disserta com relação às moedas utilizadas na Europa, como Pense, shilings, libras, onças e outras moedas.
Outro ponto forte deste livro é a explanação dos termos mais-valia e alienação, a mais-valia servindo às elites como o excedente financeiro subtraído do proletariado e também a abordagem de um único processo dentro da produção inteira. Um exemplo atual é uma montadora de celulares localizada em países asiáticos na qual os operários fazem atividades repetitivas, cansativas e não conhecem o produto que fabricam, ou se conhecem, não tem poder aquisitivo para adquirem os produtos que trabalham.
 Outro ponto forte foi D-M-D' onde o D significa "dinheiro", o M "equivalente transformado em mercadoria" e o D' o "o dinheiro somado ao seu excedente". Há menção à escravidão causada pela ânsia de poder e à exploração de pessoas com poucos recursos, e dissertando sobre “as vantagens da exploração e enriquecimento dos países” que Adam Smith tanto mencionava” no livro “ a riqueza das nações” de maneira relativamente oposta aos princípios que Smith propunha, dando a Marx uma posição de ‘oposição’.
Em suma, um livro muito rico em detalhes, mas a captura de essências do livro, numa leitura completa deste tratado faz com que haja maior crítica em relação a “modelos ideais” de economia.

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